domingo, 17 de fevereiro de 2013

REFLEXÃO NATURAL DAS COISAS do talentoso Eni Carajá

REFLEXÃO NATURAL DAS COISAS

Eni Carajá Filho – Fevereiro de 2013

Troncos firmes madeira reta visual promissor
Atlântica mata que surge unida a ofertar
Vista singela de uma evocação natural que rompem retas.
Contemplação de fundo de vale e ranchos separados.

Oásis tremido na salobra água a correr nas rochas
Corredeiras intermináveis ditam onde poderemos chegar
Escadas de peixes em piracema proteger é a ordem.
Partirei neste amor e a bandeira encampar.

Mas esse assumir não significa apenas plataforma ou mero amor
É o risco na proteção integral, ambiente não tem dono.
Somos todos responsáveis bem antes dos modos de produção capitalista.
Depredação combater, menos poluição comemorar, avançaremos.

Digo aqui com clareza não ataque a mãe natureza
O que expresso não é um lamento nem sequer desabafo, já somos grandes.
É o alerta social de que tudo poderemos mudar.
Desde que respeitemos o divino sagrado sem a terra profanar.

Natureza que singela não convive com ganância destruição
Quando isso ocorre insuportável desastre não impediremos, não são naturais.
Meteoros explodindo, terra, água fogo e ar, e nós.
Vulcões em larvas, São Paulo alagada, cidades morrendo.

Preservar conservar pura vida no planeta, não emitir gazes tóxicos.
Tratar resíduo sólido, reciclar reutilizar ganhar.
Nestas praias limpas de água transparente, o Brasil vai gozar.
Extenuar de prazer, sem efeito estufa Einstein relativizou em teoria.

Maresias maremotos, terremotos, ciclones, tufão, tem sido realidade.
Se todos fizermos nossa parte não colecionaremos negatividade.
Mas se apronta todo dia nem do aterro tu cuidou e da água agonizou
Povos entristecidos Belo Monte. Nativos caboclos choram pela terra.

Sei que temos solução, ciência e tecnologia com saúde.
Trabalhar com energia limpa, radiação não fabricar.
Baixar a camada de ozônio aquele rancho preservado
Flores, faunas, frutos sementes e ser humano basta de agrotóxicos.

Mata ciliar parte da floresta e sem limite observar
Interesseiros, latifundiários, grandes fazendeiros em vigilância.
Cobrar responsabilidades e pagamento severo de seus crimes.
Monocultura sugadora de água novos hábitos há que haver.

As encostas enfeitadas de lixo objeto tornou feio e estimula erosão
Chumbo, mercúrio esgoto a céu aberto alguém combinou isso.
O gestor do meio ambiente não age pela nação.
Pedras rolam e não cantam prédios caem sem avisar.

Casa e luz para todos combater o êxodo rural promovendo políticas
Gado novo e robusto vida plena com qualidade alcançar
Estamos exigindo pouco os homens vieram depois
Não toques no meu direito completo, querem respirar vida.

Nosso consumo está doido, gente acumula alimento
Supérfluo, inservível e transgênico amoitado.
Queimadas assassinas a cidade e o campo tu promoves
Já descobri de firme jeito momento é de união pelo respeito.

MOMENTO DE SABEDORIA


"O que quer que você faça na sua vida será insignificante,
mas é muito importante que você faça,
porque ninguém mais o fará! "

Mahatma Gandhi, foi um líder e pacifista indiano, que lutou pela independência da Índia e por seu esforço foi criado o Estado muçulmano do Paquistão.

Grande Mobilização Nacional do dia 7 de abril


BRINCAR É A MAIS BELA FORMA DE ENSINAR


"Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, comexercícios estéreis, sem valor para a formação do homem."
Carlos Drummond de Andrade

2º FÓRUM MUNDIAL DA BICICLETA DE 21 a 24 de fevereiro de 2013


NISE CHOCOU: RECUSOU-SE A DAR CHOQUE

108 anos do nascimento de Nise da Silveira
Nise Magalhães da Silveira nasceu no dia quinze de fevereiro de 1905, às 2 horas e 10 minutos da madrugada, em Maceió, Alagoas. Em Maceió, no centro da cidade. A rua Frechal de Cima.(...)
 O nome foi retirado de um poema de Cláudio Manoel da Costa, um libertário poeta da Insurreição Mineira. Na obra de Cláudio, Nise ocupa um lugar altamente significativo. Dos sonetos em número de cem, dezesseis falam diretamente de Nise.
 
A Nise apresentada é uma mulher desejada e inatingível (lopes, 1975; silveira, 2003; melo júnior, 2007).
O nome aparece em outros três poemas de Camões e no trecho do canto segundo de Os Lusíadas, XX (camões, 1869): “Salta Nise, Nerine se arremessa”.
Em Os Lusíadas, Nise era o nome de uma ninfa do mar que encantava os viajantes.
Vários autores falam que é um anagrama de Inês de origem grega e que no cristianismo, designava castidade e pureza, sendo confundida com os nomes latinos Agnes ou Agnus.
A Nise greco-romana, com significado de “cruel”, “tirana”, “insensível”, é mais flagrante oposição à cândida Inês do cristianismo ou a Nise pastora inatingível da Arcádia de Cláudio Manuel da Costa (lopes, 1975).
Spinoza, em seu Tratado de gramática hebraica, diz que nomes são destinos.
 Nise, quando indagada sobre um nome para um livro autobiográfico, respondeu: Uma psiquiatra libertária.
Era filha de um casal amante das artes e pertenceu a uma elite politizada que combatia as oligarquias que se perpetuavam no poder em Alagoas.
Seu pai era o professor e jornalista Faustino Magalhães da Silveira e sua mãe, a pianista Maria Lydia da Silveira.NISE CHOCOU: RECUSOU-SE A DAR CHOQUE

Hoje é dia lembrar o nascimento da psiquiatra alagoana. Em vez de quilos de remédios e eletrochoques, ela preferiu dar tin
ta, pincel e barro aos pacientes. Fundou o Museu de Imagens do Inconsciente

Enciclopédia Nordeste: Biografia de Nise da Silveira - 
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